O garoto arrota em público.
Um senhor que estava passando, indignado berra:
-Não eructe!
A mãe não entende.
O garoto também não.
O velho chega em casa e reza mais uma Ave Maria.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Uma história de maus costumes!
É verdade que o autor deste ultrage foi
neTrop!k@lista
? Que droga!! Bom.. ele postou às
07:15
2 comentários:
Texto chato.
Alguns meses.
A mesma coisa.
Continuo o chato de sempre, com algumas oportunidades a mais, outras a menos, pouco livre, bem obrigado, paramímico, um tanto mandrião talvez (a Química não sorri mais pra mim).
Entrei num lance na COMGÁS, liguei pr'um número retirado dum cartaz ("E AÍ, HUMANIDADE!?", tem um monte aqui no meu bairro).
Comprarei uma bicicleta.
Escrevo no meu caderno todos os dias; o MOLESKINE Reporter que meu pai me deu, e ele voltará mês que vem d'um navio aí.
Continuo não-rico, o Brasil tem mais milionários, o Bill Gates já não é há meses o mais filho da puta atual da história.
Aliás, nem sei mais quem o é, depois que Walt Disney, Henry Ford e Roberto Marinho morreram.
Oh!, o BBB acabou, e eu estou tão triste por isso...
Ainda quero pendurar revistas CARAS, os meus amigos humanistas são mais pacíficos e querem fazer o que ninguém jamais conseguiu -ou conseguiu por um momento.
O Kassab ainda é um eqüino para mim.
Estive pensando em Biblioteconomia, ao invés de Jornalismo; menos candidatos/vaga e mais oportunidades de trabalho; tema que demais me apraz.
Ari Almeida está vivo: procurem por ele!
Nenhum companheiro, nenhuma companheira, paraninfo, ninfa.
Vou pr'outro lugar, ou talvez eu vá.
Sei lá.
Que morram de proctite todos, exceto Natalino e eu.
Estou em êxtase!
Acabo de saber o nome de quem acabou de ganhar o BBB.
E eu continuo o chato de sempre, com algumas oportunidades a mais, outras a menos, pouco livre, bem obrigado, paramímico, um tanto mandrião talvez (a Química não sorri mais pra mim).
Mas que texto chato.
Podem ignorá-lo.
A mesma coisa.
Continuo o chato de sempre, com algumas oportunidades a mais, outras a menos, pouco livre, bem obrigado, paramímico, um tanto mandrião talvez (a Química não sorri mais pra mim).
Entrei num lance na COMGÁS, liguei pr'um número retirado dum cartaz ("E AÍ, HUMANIDADE!?", tem um monte aqui no meu bairro).
Comprarei uma bicicleta.
Escrevo no meu caderno todos os dias; o MOLESKINE Reporter que meu pai me deu, e ele voltará mês que vem d'um navio aí.
Continuo não-rico, o Brasil tem mais milionários, o Bill Gates já não é há meses o mais filho da puta atual da história.
Aliás, nem sei mais quem o é, depois que Walt Disney, Henry Ford e Roberto Marinho morreram.
Oh!, o BBB acabou, e eu estou tão triste por isso...
Ainda quero pendurar revistas CARAS, os meus amigos humanistas são mais pacíficos e querem fazer o que ninguém jamais conseguiu -ou conseguiu por um momento.
O Kassab ainda é um eqüino para mim.
Estive pensando em Biblioteconomia, ao invés de Jornalismo; menos candidatos/vaga e mais oportunidades de trabalho; tema que demais me apraz.
Ari Almeida está vivo: procurem por ele!
Nenhum companheiro, nenhuma companheira, paraninfo, ninfa.
Vou pr'outro lugar, ou talvez eu vá.
Sei lá.
Que morram de proctite todos, exceto Natalino e eu.
Estou em êxtase!
Acabo de saber o nome de quem acabou de ganhar o BBB.
E eu continuo o chato de sempre, com algumas oportunidades a mais, outras a menos, pouco livre, bem obrigado, paramímico, um tanto mandrião talvez (a Química não sorri mais pra mim).
Mas que texto chato.
Podem ignorá-lo.
É verdade que o autor deste ultrage foi
neTrop!k@lista
? Que droga!! Bom.. ele postou às
07:13
Nenhum comentário:
Blogue em crise?
Nem sei mais que escrever aqui.
O meu diário (vocês precisam ver o meu MOLESKINE Reporter), como terapia, tem substituído isto aqui.
Tipo, qualquer crítica à sociedade de controle/consumo, qualquer crítica referente à situação musical atual ou sobre algum tabu que envolva ética e moral, qualquer crítica à dominação extra-cultural estadunidense, qualquer texto sobre passeios idiotas com amigosimbecis, qualquer redação ou poesia nonsense, qualquer declaração de amor a um livro ou conceito anarquista-ontológico, soará de alguma forma um tanto quanto repetitivo/cansativo ou não-original.
Ué, não sei mais sobre o que discorrer.
Há tempos eu havia criado este blogue com o intuito de... ter um blogue.
Okay, eu desisto.
Talvez não exista motivo pr'esse blogue existir.
O meu diário (vocês precisam ver o meu MOLESKINE Reporter), como terapia, tem substituído isto aqui.
Tipo, qualquer crítica à sociedade de controle/consumo, qualquer crítica referente à situação musical atual ou sobre algum tabu que envolva ética e moral, qualquer crítica à dominação extra-cultural estadunidense, qualquer texto sobre passeios idiotas com amigos
Ué, não sei mais sobre o que discorrer.
Há tempos eu havia criado este blogue com o intuito de... ter um blogue.
Okay, eu desisto.
Talvez não exista motivo pr'esse blogue existir.
"Pense naquelas pessoas que enviam filmes do tipo videocassetadas para a televisão. Ter um blog[ue] é exatamente a mesma coisa"
Ha Jee-hyun, psiquiatra coreano, comentando a onde de sites pessoais que tomou a internet. Para ele, ser humilhado no Faustão é muito parecido com manter um diário aberto para qualquer desconhecido que esteja navegando na internet.
[trecho retirado da Ocas" -n° 21]
Não, não acreditei muito nessa baboseira.
Julgo que um blogue atualmente pode assumir características além do lero-lero diário de patricinhas da classe média alta -tipo o blogue da Lia.
Eu simplesmente estou desmotivado a continuar com o blogue.
Talvez seja o fato de que a manutenção tem se mostrado de certo modo complicada.
Enfim, ninguém quer saber mais do quão tenho raiva da Igreja do Bom Parto, como eu pago de cult ou do quanto eu gosto de Stormy Six.
Se eu soubesse escrever usando de bom-humor, além da ironia, já estava de bom tamanho; mas a minha criatividade anda meio alienada.
E agora, Batman?
É verdade que o autor deste ultrage foi
neTrop!k@lista
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07:08
Um comentário:
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Poesia nonsense para camelos ou Poesia nonsense para um camelo.
Sódio;
Irmão do ódio.
O cio não tem ócio;
Tem negócio.
Oboé não é fóssil,
Nem fácil.
É oboé, ou não é?
O pio do pinto
Piou no meu ópio.
E o camelo se despediu
Chorando.
Irmão do ódio.
O cio não tem ócio;
Tem negócio.
Oboé não é fóssil,
Nem fácil.
É oboé, ou não é?
O pio do pinto
Piou no meu ópio.
E o camelo se despediu
Chorando.
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neTrop!k@lista
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10:19
2 comentários:
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Mais um discurso sobre hipocrisia -talvez o mais ferido.
Às vezes eu me sinto como o Gregor, personagem principal do clássico A Metamorfose, de Franz Kafka.
Sérião.
Vejam só, que agora andam me chamando de louco, dizendo que eu estou "dando uma de retardado" e até blasfemando que essas minhas idéias para "passeios de índio", como preconceituosamente chamam, são coisas do capeta!
A questão é que estou sem internet em casa há seis meses, e a internet era o meu principal meio de lazer/distração em casa -e o que geralmente acontece quando não se paga pelo serviço, é que eles o cortam.
Bom, pelo fato de não ter uma HD das mais privilegiadas, e gostando muito de música, eu me via obrigado a gravar os álbuns e demais arquivos que eu baixava, em CD-Rs, para poder baixar mais.
Dentre esses demais arquivos, estavam certos eBooks, que eu sempre desprezei, mas que me foram bem úteis ultimamente.
Bom, a questão é que havia um eBook de nome Manual Prático De Delinqüência Juvenil, o qual eu jamais havia notado.
A leitura me agradou tanto que só fui dormir somente após o término da leitura, e já quase amanhecia.
O que acontece, é que depois de ler tal eBook, e me aprofundar no universo filosófico/literário que ele propunha/descrevia, depois de comprar um exemplar de CAOS, Terrorismo Poético e outros crimes exemplares, Hakim Bey, enfim, depois de baixar um monte de eBooks do mesmo assunto na casa da Letícia, mudei várias concepções que eu considerava inalienáveis e absolutas, e re-revi muitos conceitos.
Está muito certo, que a minha mudança de comportamento/pensamento já ocorria desde o meu ingresso no Tales de Mileto, conheci uma turma super-Gente-Fina na internet, e virei vegetariano, mas o Hakim Bey, seu Terrorismo Poético e Zona Autônoma Temporária, juntamente com o conceito de Anarquismo Ontológico, Solidarity, junto com um monte de fusões musicais incluindo Stormy Six e até Minimal Compact, incensos, Ennio Morricone a minha desKKKristianização em relação a aspectos banais, tais como vandalismo, amor molecular e assassinato e Oh!, espero não parecer confuso.
Agora a questão é: eu tento convencer os meus amigos a montar uma barraca na Praça Sílvio Romero com revistas CARAS penduradas com a inscrição Papel Higiênico ao alto, tive idéias sobre erguer muros estranhos, entrar de guarda-chuvas abertos no shopping e até quebrar a vidraça deum antro sujo uma igreja católica hipócrita no meu bairro; nenhuma das ações foram consideradas sadias por eles.
(Ir ao Shopping certamente é uma ação sadia.)
Okay, ninguém é cidadão, refletir é perguntar "por que as flores murcham?" e nada pode ser feito.
(Pode sim.)
Eu só não acho justo que existam pessoas assinando revistas como a CARAS, e crianças passando fome nas ruas, se alimentando do SEU lixo e, Oh!, o fingimento de que está tudo bem...
Esqueçam a TV, esqueçam a pastoral da criança (o HSBC um dia será derrubado como o governo estadunidense derrubou o WTC)...
Esqueçam o disco do Paul Simon...
O casal que deu um golpe ínfimo vendendo a vacina da febre amarela e que foi preso, é mil vezes menos digno de asco do que o casal que engana seus fiéis e que ainda lucram na TV, lá de Miami, o apóstolo e a bispa.
Pro inferno.
E nem me importo se foder-se-ão um dia, ou se vão arder no mármore do céu após afesta morte, a morte deles.
Eu me importo é com quem não tem idéia de tudo isso, da dominação, quem é chutado dos Shoppings Centers como um inseto, eu prezo o inseto, eu sou Gregor.
Leiam Kafka.
Sérião.
Vejam só, que agora andam me chamando de louco, dizendo que eu estou "dando uma de retardado" e até blasfemando que essas minhas idéias para "passeios de índio", como preconceituosamente chamam, são coisas do capeta!
A questão é que estou sem internet em casa há seis meses, e a internet era o meu principal meio de lazer/distração em casa -e o que geralmente acontece quando não se paga pelo serviço, é que eles o cortam.
Bom, pelo fato de não ter uma HD das mais privilegiadas, e gostando muito de música, eu me via obrigado a gravar os álbuns e demais arquivos que eu baixava, em CD-Rs, para poder baixar mais.
Dentre esses demais arquivos, estavam certos eBooks, que eu sempre desprezei, mas que me foram bem úteis ultimamente.
Bom, a questão é que havia um eBook de nome Manual Prático De Delinqüência Juvenil, o qual eu jamais havia notado.
A leitura me agradou tanto que só fui dormir somente após o término da leitura, e já quase amanhecia.
O que acontece, é que depois de ler tal eBook, e me aprofundar no universo filosófico/literário que ele propunha/descrevia, depois de comprar um exemplar de CAOS, Terrorismo Poético e outros crimes exemplares, Hakim Bey, enfim, depois de baixar um monte de eBooks do mesmo assunto na casa da Letícia, mudei várias concepções que eu considerava inalienáveis e absolutas, e re-revi muitos conceitos.
Está muito certo, que a minha mudança de comportamento/pensamento já ocorria desde o meu ingresso no Tales de Mileto, conheci uma turma super-Gente-Fina na internet, e virei vegetariano, mas o Hakim Bey, seu Terrorismo Poético e Zona Autônoma Temporária, juntamente com o conceito de Anarquismo Ontológico, Solidarity, junto com um monte de fusões musicais incluindo Stormy Six e até Minimal Compact, incensos, Ennio Morricone a minha desKKKristianização em relação a aspectos banais, tais como vandalismo, amor molecular e assassinato e Oh!, espero não parecer confuso.
Agora a questão é: eu tento convencer os meus amigos a montar uma barraca na Praça Sílvio Romero com revistas CARAS penduradas com a inscrição Papel Higiênico ao alto, tive idéias sobre erguer muros estranhos, entrar de guarda-chuvas abertos no shopping e até quebrar a vidraça de
(Ir ao Shopping certamente é uma ação sadia.)
Okay, ninguém é cidadão, refletir é perguntar "por que as flores murcham?" e nada pode ser feito.
(Pode sim.)
Eu só não acho justo que existam pessoas assinando revistas como a CARAS, e crianças passando fome nas ruas, se alimentando do SEU lixo e, Oh!, o fingimento de que está tudo bem...
Esqueçam a TV, esqueçam a pastoral da criança (o HSBC um dia será derrubado como o governo estadunidense derrubou o WTC)...
Esqueçam o disco do Paul Simon...
O casal que deu um golpe ínfimo vendendo a vacina da febre amarela e que foi preso, é mil vezes menos digno de asco do que o casal que engana seus fiéis e que ainda lucram na TV, lá de Miami, o apóstolo e a bispa.
Pro inferno.
E nem me importo se foder-se-ão um dia, ou se vão arder no mármore do céu após a
Eu me importo é com quem não tem idéia de tudo isso, da dominação, quem é chutado dos Shoppings Centers como um inseto, eu prezo o inseto, eu sou Gregor.
Leiam Kafka.
É verdade que o autor deste ultrage foi
neTrop!k@lista
? Que droga!! Bom.. ele postou às
11:39
2 comentários:
Tabus.
Sinceramente, eu não entendo qual é o problema da clonagem humana.
Pelo contrário, ao que parece, os estudos com células-tronco, que teriam originado um clone em um centro de pesquisa qualquer aí (perdoem a minha ignorânciavoluntária), parecem totalmente benéficos e importantes para a evolução da medicina.
Qual é o grilo, lá do Vaticano?
Eu não entendo.
Esses tabus todos me parecem algo tão... Idade Média, não que eu queira desqualificá-la, afinal, ela foi importante para história como qualquer outra.
Porém, já aconteceram e foram devidamente registrados, a Revolução Francesa, o Iluminismo... somos esclarecidos, certo?
Não.
Vamos falar sobre o aborto.
Realmente, é um crime medonho.
Quereis acabar com ele?
Proibireis, pois, a masturbação.
A cada minuto (eu não sei bem ao certo o ritmo), milhões de possíveis vidas são cruelmente desperdiçadas.
E tudo isso acontece porque o pecado do prazer momentâneo, essa perversãomilenar que desencaminha e leva a cabeça frágil e ingênua dos nossos jovens para as mais terríveis trevas do espírito, não é proibido.
Em países sérios e esclarecidos da Ásia, por exemplo, onde a masturbação é um procedimento ilegal, as punições são severas, como a decapitação do criminoso em questão.
Minha opnião?
Acredito já ter alcançado meu êxito neste texto.
Passem bem.
Pelo contrário, ao que parece, os estudos com células-tronco, que teriam originado um clone em um centro de pesquisa qualquer aí (perdoem a minha ignorância
Qual é o grilo, lá do Vaticano?
Eu não entendo.
Esses tabus todos me parecem algo tão... Idade Média, não que eu queira desqualificá-la, afinal, ela foi importante para história como qualquer outra.
Porém, já aconteceram e foram devidamente registrados, a Revolução Francesa, o Iluminismo... somos esclarecidos, certo?
Não.
Vamos falar sobre o aborto.
Realmente, é um crime medonho.
Quereis acabar com ele?
Proibireis, pois, a masturbação.
A cada minuto (eu não sei bem ao certo o ritmo), milhões de possíveis vidas são cruelmente desperdiçadas.
E tudo isso acontece porque o pecado do prazer momentâneo, essa perversão
Em países sérios e esclarecidos da Ásia, por exemplo, onde a masturbação é um procedimento ilegal, as punições são severas, como a decapitação do criminoso em questão.
Minha opnião?
Acredito já ter alcançado meu êxito neste texto.
Passem bem.
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neTrop!k@lista
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11:37
2 comentários:
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Será que o papa também acha isso? ou Vocês queriam texto, agora deliciem-se -ou sodomizem-se.
Vocês viram essa?
Querem estudar os cérebros de uns moleques da FEBEM.
O intuito da pesquisa é provar que os criminosos têm predisposição à violência desde que nascem.
Eu, sinceramente, não acredito nesta causa.
Aliás, qual seria a diferença entre estudar o cérebro de um policial, um general ou um batedor de carteiras qualquer?
Na minha opnião, e na opnião de um grupo de advogados e sociólogos que assinaram um manifesto contra a pesquisa, esse tipo de estudo contribui ainda mais para a segregação de raças/classes.
Existe um argumento, e eu ainda não me decidi sobre ele, o qual diz que é indigno fazer tais testes com seres humanos, como se fossem cobaias.
Oras, a pesquisa é indolor.
Mas... Por que não o cérebro de um maníaco, um corrupto ou um policial, hein!?
Oh!, estou vaticinando: pessoas mirando para jovens segurando sub-metralhadoras e usando drogas, tudo à vista, nos morros cariocas, e dizendo que "Oh!, pobrezinhos, eles têm predisposição ao crime organizado".
Pois é, esses pobrezinhos com predisposição ao crime organizado, de uma forma ou de outra, têm de serpunidos detidos, afinal, a polícia tem o privilégio dever de matar bani-los da sociedade, e a polícia não tem predisposição alguma ao crime organizado.
Na escola, tentam nos dizer que os nossos antepassados se alimentavam de animais que caçavam, brigavam, massacravam outros grupos, cercavam mamutes e o amor era livre.
É justo dizer que um tinha mais predisposição à necrofilia, à fidelidade ou à caça do que outro, apenas por uma questão genética/hereditária, sendo que tais atos eram hábitos comuns na Idade da Pedra?
Bom, o que mais espero é que essa minha incredulidade tenha fundamento.
Se for divulgado que realmente os criminosos tiveram seu destino traçado em suas vidas intra-ulterinas, meu queixo cairá.
Mas, tipo, lembrem-se: na Alemanha nazista, as crianças aprendiam que a sua raça era superior a todas as outras.
Ah!, sei de um exemplo mais atual: os Estados Unidos.
Querem estudar os cérebros de uns moleques da FEBEM.
O intuito da pesquisa é provar que os criminosos têm predisposição à violência desde que nascem.
Eu, sinceramente, não acredito nesta causa.
Aliás, qual seria a diferença entre estudar o cérebro de um policial, um general ou um batedor de carteiras qualquer?
Na minha opnião, e na opnião de um grupo de advogados e sociólogos que assinaram um manifesto contra a pesquisa, esse tipo de estudo contribui ainda mais para a segregação de raças/classes.
Existe um argumento, e eu ainda não me decidi sobre ele, o qual diz que é indigno fazer tais testes com seres humanos, como se fossem cobaias.
Oras, a pesquisa é indolor.
Mas... Por que não o cérebro de um maníaco, um corrupto ou um policial, hein!?
Oh!, estou vaticinando: pessoas mirando para jovens segurando sub-metralhadoras e usando drogas, tudo à vista, nos morros cariocas, e dizendo que "Oh!, pobrezinhos, eles têm predisposição ao crime organizado".
Pois é, esses pobrezinhos com predisposição ao crime organizado, de uma forma ou de outra, têm de ser
Na escola, tentam nos dizer que os nossos antepassados se alimentavam de animais que caçavam, brigavam, massacravam outros grupos, cercavam mamutes e o amor era livre.
É justo dizer que um tinha mais predisposição à necrofilia, à fidelidade ou à caça do que outro, apenas por uma questão genética/hereditária, sendo que tais atos eram hábitos comuns na Idade da Pedra?
Bom, o que mais espero é que essa minha incredulidade tenha fundamento.
Se for divulgado que realmente os criminosos tiveram seu destino traçado em suas vidas intra-ulterinas, meu queixo cairá.
Mas, tipo, lembrem-se: na Alemanha nazista, as crianças aprendiam que a sua raça era superior a todas as outras.
Ah!, sei de um exemplo mais atual: os Estados Unidos.
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neTrop!k@lista
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08:04
2 comentários:
O Jornal Nacional.
Camões: tão distante e tão atual.
Vocês prestam atenção nos jornais televisivos?
Aqueles dois agentes-da-verdade, com aquelas caras-de-nada, aquela voz quase monofônica, aquele cenário quase-monótono.
E como eles triunfam: oh!, o futebol, oh!, a Globo descobriu mais um escândalo.
Falácia.
A Globo é um escândalo.
Quem liga?
Quem liga pros mensaleiros absolvidos, aqueles que farão trabalho comunitário?
Isso não nos diz respeito, não é mesmo?
Tiveram sorte eles, né?
Ah!, mas aquele casal merecia ser punido mesmo!
Que casal?
Aquele que cobrou pelas vacinas de febre amarela.
São pobres, mereciam...
Argh!, aquela menina... hum... erm... de cor!
Oh!, vejam só!
Cobraram pelas vacinas de febre amarela!
Mas ninguém presta atenção nisso, né?
Não nos interessa quantas crianças morrem por dia por motivos idiotas, não nos diz respeito a vida particular dos nossos políticos burgueses.
Ah!, a novela...
Ah!, o reality show...
Mas esse estilo-de-vida é para poucos.
Sorte do mensaleiro que vai ajudar as criancinhas carentes.
Sorte dele.
Vocês prestam atenção nos jornais televisivos?
Aqueles dois agentes-da-verdade, com aquelas caras-de-nada, aquela voz quase monofônica, aquele cenário quase-monótono.
E como eles triunfam: oh!, o futebol, oh!, a Globo descobriu mais um escândalo.
Falácia.
A Globo é um escândalo.
Quem liga?
Quem liga pros mensaleiros absolvidos, aqueles que farão trabalho comunitário?
Isso não nos diz respeito, não é mesmo?
Tiveram sorte eles, né?
Ah!, mas aquele casal merecia ser punido mesmo!
Que casal?
Aquele que cobrou pelas vacinas de febre amarela.
São pobres, mereciam...
Argh!, aquela menina... hum... erm... de cor!
Oh!, vejam só!
Cobraram pelas vacinas de febre amarela!
Mas ninguém presta atenção nisso, né?
Não nos interessa quantas crianças morrem por dia por motivos idiotas, não nos diz respeito a vida particular dos nossos políticos burgueses.
Ah!, a novela...
Ah!, o reality show...
Mas esse estilo-de-vida é para poucos.
Sorte do mensaleiro que vai ajudar as criancinhas carentes.
Sorte dele.
É verdade que o autor deste ultrage foi
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08:02
Um comentário:
1984 e a Realidade.
Há uns minutos atrás, eu terminei de ler o 1984, clássico universal do escritor inglês George Orwell.
1984 e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley.
Sensacionais.
A crítica é da metade do século passado, mas continua, de alguma forma, atual.
Ambos discorrem, mais ou menos, sobre os mesmos assuntos, e prevêm um futuro completamente sistemático e maquiavélicamente organizado.
E, durante a leitura do Orwell, quantas vezes eu pensei que a realidade por ele prevista, e descrita, estava longe da minha, e que a crítica por ele discorrida não dizia respeito à época atual...
Como eu estava enganado.
Hoje à noite, voltando de metrô de uma sessão de cinema (nada a ver com sexo ou um jovem estadunidense que salva a pátria, a pátria dele; Across The Universe era o nome do filme), percebi que já até é capaz que estejamos vivendo numa sociedade do Grande Irmão.
O preço do transporte sobe todo o ano; cada vez mais o transporte se mostra ineficiente; as pessoas continuam indiferentes, como se isso fosse algo que não as dissesse respeito, como se aperto, esperas, greves inesperadas, fosse algo de corriqueirice nas cidades de Primeiro Mundo, e que fizesse parte da contínua manutenção dos meios de transporte público.
Pois tinha muita gente esperando o trem, que não chegava nunca.
Esperaram muito tempo, muito tempo mesmo.
Quando o trem chegou, houve até quem aplaudisse.
Na semana seguinte, ninguém mais lembrará disso.
E o Orwell também fala disso.
As pessoas ficam satisfeitas em chegar em casa e não perder o Festival de Verão do Salvador ou, em outras palavras, as pernas da Ivete Sangalo, porque isso as faz crer que está tudo bem, e é isso.
Outro aspecto presente no livro, além da perda da memória diária, é completa estagnação da classe baixa em relação aos eventos políticos: é a camada mais abundante da população que, se soubesse de seu poder, poria abaixo qualquer regimentação, se isso fosse de interesse.
Nos dois clássicos supracitados, a queda do governo não é o que realmente importa; em Admirável Mundo Novo, os trabalhadores trabalham quase que hipnóticamente (Ford é considerado uma entidade divina no livro), e ao final do dia recebem um comprimido chamado soma, uma droga alucinógena, aparentemente inofensiva.
Enfim, cheguei em casa após a sessão de cinema, terminei de ler o livro e resolvi prestar atenção um pouco à televisão.
Fiquem tranqüilos, era o jornal.
Uma reportagem falando sobre um software desenvolvido pela Microsoft, direcionado a empresas, o qual prometia manter o controle dos funcionários através da medição e análise da respiração e dos batimentos cardíacos deles, além de outras coisas, as quais eu naturalmente esqueci até chegar a este ponto do texto.
Porra, não lhes ocorre que esta é a maior falta de privacidade possível?
Está bem, ainda não chegou às nossas casas.
Ué, é questão de tempo.
Há pouco tempo, a Microsoft também lançara um sistema acoplado a certos futuros televisores, capaz de prever o que o espectador deseja assistir, a partir de dados colhidos antes e durante o uso do sistema.
Conforto?
Privacidade?
Quem não vê semelhança entre o software para chefes completamente sistemáticos e controladores, descrito há sete parágrafos, e uma teletela, não enxerga um palmo à frente do rosto.
Agora, quem não vê semelhança alguma entre o reality show Big Brother e o livro de Orwell, eu respeito.
Quinta-feira, 17 de janeiro de 2008.
Talvez seja importante ressaltar que é 01:44.
Talvez não.
1984 e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley.
Sensacionais.
A crítica é da metade do século passado, mas continua, de alguma forma, atual.
Ambos discorrem, mais ou menos, sobre os mesmos assuntos, e prevêm um futuro completamente sistemático e maquiavélicamente organizado.
E, durante a leitura do Orwell, quantas vezes eu pensei que a realidade por ele prevista, e descrita, estava longe da minha, e que a crítica por ele discorrida não dizia respeito à época atual...
Como eu estava enganado.
Hoje à noite, voltando de metrô de uma sessão de cinema (nada a ver com sexo ou um jovem estadunidense que salva a pátria, a pátria dele; Across The Universe era o nome do filme), percebi que já até é capaz que estejamos vivendo numa sociedade do Grande Irmão.
O preço do transporte sobe todo o ano; cada vez mais o transporte se mostra ineficiente; as pessoas continuam indiferentes, como se isso fosse algo que não as dissesse respeito, como se aperto, esperas, greves inesperadas, fosse algo de corriqueirice nas cidades de Primeiro Mundo, e que fizesse parte da contínua manutenção dos meios de transporte público.
Pois tinha muita gente esperando o trem, que não chegava nunca.
Esperaram muito tempo, muito tempo mesmo.
Quando o trem chegou, houve até quem aplaudisse.
Na semana seguinte, ninguém mais lembrará disso.
E o Orwell também fala disso.
As pessoas ficam satisfeitas em chegar em casa e não perder o Festival de Verão do Salvador ou, em outras palavras, as pernas da Ivete Sangalo, porque isso as faz crer que está tudo bem, e é isso.
Outro aspecto presente no livro, além da perda da memória diária, é completa estagnação da classe baixa em relação aos eventos políticos: é a camada mais abundante da população que, se soubesse de seu poder, poria abaixo qualquer regimentação, se isso fosse de interesse.
Nos dois clássicos supracitados, a queda do governo não é o que realmente importa; em Admirável Mundo Novo, os trabalhadores trabalham quase que hipnóticamente (Ford é considerado uma entidade divina no livro), e ao final do dia recebem um comprimido chamado soma, uma droga alucinógena, aparentemente inofensiva.
Enfim, cheguei em casa após a sessão de cinema, terminei de ler o livro e resolvi prestar atenção um pouco à televisão.
Fiquem tranqüilos, era o jornal.
Uma reportagem falando sobre um software desenvolvido pela Microsoft, direcionado a empresas, o qual prometia manter o controle dos funcionários através da medição e análise da respiração e dos batimentos cardíacos deles, além de outras coisas, as quais eu naturalmente esqueci até chegar a este ponto do texto.
Porra, não lhes ocorre que esta é a maior falta de privacidade possível?
Está bem, ainda não chegou às nossas casas.
Ué, é questão de tempo.
Há pouco tempo, a Microsoft também lançara um sistema acoplado a certos futuros televisores, capaz de prever o que o espectador deseja assistir, a partir de dados colhidos antes e durante o uso do sistema.
Conforto?
Privacidade?
Quem não vê semelhança entre o software para chefes completamente sistemáticos e controladores, descrito há sete parágrafos, e uma teletela, não enxerga um palmo à frente do rosto.
Agora, quem não vê semelhança alguma entre o reality show Big Brother e o livro de Orwell, eu respeito.
Quinta-feira, 17 de janeiro de 2008.
Talvez seja importante ressaltar que é 01:44.
Talvez não.
É verdade que o autor deste ultrage foi
neTrop!k@lista
? Que droga!! Bom.. ele postou às
08:01
2 comentários:
Só faltava eu discursar sobre o Big Brother.
Eu podia escrever muitas linhas argumentando o porquê do meu ódio mortal pelo Big Brother, mas adiantava?
As pessoas não leriam e continuariam a dar audiência pra Globo.
E as pessoas sabem que aquilo é uma distorção tremenda, não só de 1984 do George Orwell, mas da realidade.
De doze participantes (?), apenas dois são negros; 70% da população brasileira é de pardos e negros.
Ah!, podem esquecer.
Eu já escrevi que a minha argumentação de nada vai valer.
As pessoas não leriam e continuariam a dar audiência pra Globo.
E as pessoas sabem que aquilo é uma distorção tremenda, não só de 1984 do George Orwell, mas da realidade.
De doze participantes (?), apenas dois são negros; 70% da população brasileira é de pardos e negros.
Ah!, podem esquecer.
Eu já escrevi que a minha argumentação de nada vai valer.
É verdade que o autor deste ultrage foi
neTrop!k@lista
? Que droga!! Bom.. ele postou às
07:59
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