Ontem fui com Bruna, Letícia e Ingrid à Rua Oscar Freire.
Interessante, não?
Mas foi mesmo.
Vimos pessoas normais, lojas com peças de roupas onde as pessoas pagam bem caro para fazerem propaganda da marca e vários cafés alternativos onde as pessoas pagam de cult.
Logo que desembocamos na Avenida Paulista, fomos a um shopping, mais precisamente à Livraria Cultura onde as meninas tiveram que me tirar à força.
Mas que saudades de Antonín Dvoràk..
Fomos a uma exposição sobre Gianni Ratto, um desconhecido "diretor, cenógrafo, figurinista, iluminador e ocasionalmente ator" segundo o folheto -este que mais tarde Letícia esmagaria com seu AllStar "mamãe-sou-indie".
O melhor da exposição sem dúvida, era a água.
Descemos à Oscar Freire onde as meninas (Letícia e Ingrid) queriam pagar de pattys.
Enquanto isso, Bruna e Eu debochávamos de [quase] tudo que nós víamos.
E, toda vez que eu via um Café alternativo onde as pessoas pagam de cult, eu fazia o seguinte comentário: "Olhem meninas.. Um Café alternativo!! Vamos pagar de cult?"
Tenho testemunhas.
Paramos em um café alternativo onde as pessoas pagam de cult chamado Galeria dos Pães.
Na verdade era o menos alternativo porque não tinha nem a revista 'Ocas; nem a piauí.
Lá comi um croissant de queijo branco e um Brownie.
Mas nada se comparou ao doce que a Ingrid pediu.
Uma espécie de mousse de chocolate e damasco.
Meu computador tem me dado uns sustos.
Sério.. vou surtar daqui a pouco (isso não foi estranho, foi?).
Primeiro, é placa de som de desencaixa.
Depois é o (mal/ben)dito do monitor que, de uma para outra fica laranja e depois, colorido de novo.
É a síndrome robótica de camaleão.
O meu monitor está se camuflando.
Mentira.
Minha parede não é nem laranja, nem colorida.
Por que estou dizendo isso?
Depois da Oscar Freire, fomos à Alameda Jaú, na loja Comix porque, além de pattys, as meninas também queriam pagar de otakus.
Passamos por um atelier de fachada acabada e porca onde fomos bem recebidos (Letícia e Eu), por um cara bem underground que nos apresentou seus amigos desocupados, fumantes e viciados.
"Esses aí são meus amigos".
E que cheiro asfixiante de cigarro..
As obras nem eram das piores, mas resolvemos sair rapidamente.
Depois de passar por uma loja de CDs usados onde tinha desde Pepê e Neném a Sebastian Hits (garoto propaganda das lojas C&A).
Fomos embora.. até que foi divertido.
Domingo, 2 de setembro de 2007
Interessante, não?
Mas foi mesmo.
Vimos pessoas normais, lojas com peças de roupas onde as pessoas pagam bem caro para fazerem propaganda da marca e vários cafés alternativos onde as pessoas pagam de cult.
Logo que desembocamos na Avenida Paulista, fomos a um shopping, mais precisamente à Livraria Cultura onde as meninas tiveram que me tirar à força.
Mas que saudades de Antonín Dvoràk..
Fomos a uma exposição sobre Gianni Ratto, um desconhecido "diretor, cenógrafo, figurinista, iluminador e ocasionalmente ator" segundo o folheto -este que mais tarde Letícia esmagaria com seu AllStar "mamãe-sou-indie".
O melhor da exposição sem dúvida, era a água.
Descemos à Oscar Freire onde as meninas (Letícia e Ingrid) queriam pagar de pattys.
Enquanto isso, Bruna e Eu debochávamos de [quase] tudo que nós víamos.
E, toda vez que eu via um Café alternativo onde as pessoas pagam de cult, eu fazia o seguinte comentário: "Olhem meninas.. Um Café alternativo!! Vamos pagar de cult?"
Tenho testemunhas.
Paramos em um café alternativo onde as pessoas pagam de cult chamado Galeria dos Pães.
Na verdade era o menos alternativo porque não tinha nem a revista 'Ocas; nem a piauí.
Lá comi um croissant de queijo branco e um Brownie.
Mas nada se comparou ao doce que a Ingrid pediu.
Uma espécie de mousse de chocolate e damasco.
Meu computador tem me dado uns sustos.
Sério.. vou surtar daqui a pouco (isso não foi estranho, foi?).
Primeiro, é placa de som de desencaixa.
Depois é o (mal/ben)dito do monitor que, de uma para outra fica laranja e depois, colorido de novo.
É a síndrome robótica de camaleão.
O meu monitor está se camuflando.
Mentira.
Minha parede não é nem laranja, nem colorida.
Por que estou dizendo isso?
Depois da Oscar Freire, fomos à Alameda Jaú, na loja Comix porque, além de pattys, as meninas também queriam pagar de otakus.
Passamos por um atelier de fachada acabada e porca onde fomos bem recebidos (Letícia e Eu), por um cara bem underground que nos apresentou seus amigos desocupados, fumantes e viciados.
"Esses aí são meus amigos".
E que cheiro asfixiante de cigarro..
As obras nem eram das piores, mas resolvemos sair rapidamente.
Depois de passar por uma loja de CDs usados onde tinha desde Pepê e Neném a Sebastian Hits (garoto propaganda das lojas C&A).
Fomos embora.. até que foi divertido.
Domingo, 2 de setembro de 2007

2 comentários:
Nossa,ri muito com esse post xD
Eu não sou otaku!Você que não sabe quão legal é ler alguma HQ ou mangá :B
Você esqueceu de dizer que eu quase (quase) morri de desidratação e virei churrasco grego.
Enfim,te amo e etc
Beijos do seu Dom Quixote uhuhuhu(você é a Dulcinéia?)
Boa Tarde! cof cof
Pagar de paty eu?! ¬¬"
É realmente o passeio foi muito legal... Gostei muito do lugar, não das pessoas achei elas muito superficial etc tal.
Vamos sair mais vezes ok?!
Passa lá no meu blog ok?!
Postar um comentário