Não lembro da Lua, mas ela se fez desnecessária.
De repente eu já estava na sua boca e não havia nada, uretrite ou simpatia, que me tirasse de lá. Só um esboço de preocupação e a gente trocou de passeio (sabem como é o espetáculo e, além do mais, sei do desconforto d'algos). Então sentamos ali, numa mureta, perto das batatas, e de repente eu senti que já não teria como. Minhas mãos eram as suas, meu riso a sua boca, minha atenção seus olhos, e eu simplesmente metamorfoseara em si. Seguimos de volta até o passeio inicial, e não havia nada de extremamente horrível que me espantasse ali, nem um possível grilhão, nenhuma possível barbárie (press the fuck up! button). A minha sorte era o seu bom-senso, que o meu ficara esperando o Ed passar, enqüanto todo o resto se hiptnotizara consigo. Ele foi embora, e me levou junto. De repente os ponteiros pararam. Então eu ergui a cabeça, e pensei comigo "e agora?"
Amar é uma bosta.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
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