Não me socorram, eu não sou podre.
Não me socorram, preciso.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Sobre o dever de andar com sua alegria exposta.
É verdade que o autor deste ultrage foi
neTrop!k@lista
? Que droga!! Bom.. ele postou às
13:49
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sábado, 17 de novembro de 2007
Lição Dois - Do Feijão.
Antes eu fazia um trabalho perfeito.
Hoje tenho dó dos feijões.
Hoje tenho dó dos feijões.
É verdade que o autor deste ultrage foi
neTrop!k@lista
? Que droga!! Bom.. ele postou às
14:00
3 comentários:
Lição Um - Do Tempo.
O tempo está passando.
Mas ninguém o vê passar.
Ainda assim, todos o conhecem.
Alguns falam "ele está no relógio".
Outros dizem que ele está na história.
Todos erram.
O tempo é o companheiro mais justo do homem
E também o companheiro mais traiçoeiro.
Nós o consideramos uma de nossas
Maiores referências, organizamos toda a
Nossa agenda baseados nele.
E, no entando, o ingrato,
Que nos dá em troca?
Velhice.
E o que há de ruim nisso?
Você pode cair no monte de armadilhas
Que todos caem, mas não se iluda com
Maturidade, sucesso ou estabilidade.
Essas coisas quem decide não é o tempo:
Somos nós.
Usar esses fatores como argumento
Para querer envelhecer mais rápidamente,
É covardia do tempo.
Aliás, covardia do tempo é não passar mais depressa.
Na hora em que nos encontramos angustiados,
Apressados,
Atrasados,
O tempo nos arrasta, como se estivéssemos
Sendo punidos.
Ah, mas se o tempo andasse
Mais depressa que o movimento de translação
Da Terra..
Mas ninguém o vê passar.
Ainda assim, todos o conhecem.
Alguns falam "ele está no relógio".
Outros dizem que ele está na história.
Todos erram.
O tempo é o companheiro mais justo do homem
E também o companheiro mais traiçoeiro.
Nós o consideramos uma de nossas
Maiores referências, organizamos toda a
Nossa agenda baseados nele.
E, no entando, o ingrato,
Que nos dá em troca?
Velhice.
E o que há de ruim nisso?
Você pode cair no monte de armadilhas
Que todos caem, mas não se iluda com
Maturidade, sucesso ou estabilidade.
Essas coisas quem decide não é o tempo:
Somos nós.
Usar esses fatores como argumento
Para querer envelhecer mais rápidamente,
É covardia do tempo.
Aliás, covardia do tempo é não passar mais depressa.
Na hora em que nos encontramos angustiados,
Apressados,
Atrasados,
O tempo nos arrasta, como se estivéssemos
Sendo punidos.
Ah, mas se o tempo andasse
Mais depressa que o movimento de translação
Da Terra..
É verdade que o autor deste ultrage foi
neTrop!k@lista
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13:59
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sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Ode aos europeus (que jaziam na imaginação fértil da pessoa que escreveu minha apostila da quinta série).
Benditos sejam os europeus.
Um povo justo, honesto e humilde.
Europeus são o que há de mais belo em espírito (à venda).
Quantos livros, quantas estantes, quantas lágrimas...
Só não sei se são de Portugal ou se são de crocodilo.
Um povo orgulhoso de seus maravilhosos feitos.
Um povo tolerante, interpretou a bíblia na sua mais pura essência.
Um povo respeitoso, pacífico e, Ah!
Mas que vontade tenho eu de ser europeu...
Não, não quero brincar com crianças do Quênia.
Não, não quero brincar com crianças da Angola.
Não, não quero brincar com crianças do Iraque.
Não, não quero brincar com crianças da Coréia do Norte.
Não, não quero brincar com crianças de Cuba.
Não, não quero brincar com crianças da Rússia.
Não, não quero brincar com crianças do México.
Não, não quero brincar com crianças do Brasil.
Não, não quero brincar com crianças da Malásia.
Não, não quero brincar com crianças do Vietnã.
Não, não quero brincar...
Um povo justo, honesto e humilde.
Europeus são o que há de mais belo em espírito (à venda).
Quantos livros, quantas estantes, quantas lágrimas...
Só não sei se são de Portugal ou se são de crocodilo.
Um povo orgulhoso de seus maravilhosos feitos.
Um povo tolerante, interpretou a bíblia na sua mais pura essência.
Um povo respeitoso, pacífico e, Ah!
Mas que vontade tenho eu de ser europeu...
Não, não quero brincar com crianças do Quênia.
Não, não quero brincar com crianças da Angola.
Não, não quero brincar com crianças do Iraque.
Não, não quero brincar com crianças da Coréia do Norte.
Não, não quero brincar com crianças de Cuba.
Não, não quero brincar com crianças da Rússia.
Não, não quero brincar com crianças do México.
Não, não quero brincar com crianças do Brasil.
Não, não quero brincar com crianças da Malásia.
Não, não quero brincar com crianças do Vietnã.
Não, não quero brincar...
É verdade que o autor deste ultrage foi
neTrop!k@lista
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04:48
2 comentários:
Palavras indecisas sobre o episódio do último fim de semana (10,11/11/2007) - Parte Dois
Não passei em nenhuma prova maluca.
Mas chamei o cara de filho da puta.
Ninguém colou de mim ao meu lado.
Mas estou emputecidamente escaralhado.
Mas chamei o cara de filho da puta.
Ninguém colou de mim ao meu lado.
Mas estou emputecidamente escaralhado.
É verdade que o autor deste ultrage foi
neTrop!k@lista
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04:47
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Palavras indecisas sobre o episódio do último fim de semana (10,11/11/2007) - Parte Um
Não passei na bendita (maldita?) prova da ETEC.
E não foi por incopetência.
Não foi por causa de classe social.
Não foi por causa de conspiração.
Foi por distração.
Mas, uma coisa é certa:
Aliviado estou.
Só estou um pouco esvaziado e indeciso.
Mas...
Eu ia estar mais satisfeito e feliz se tivesse feito a prova da ETEC.
E talvez mais aliviado.
E não foi por incopetência.
Não foi por causa de classe social.
Não foi por causa de conspiração.
Foi por distração.
Mas, uma coisa é certa:
Aliviado estou.
Só estou um pouco esvaziado e indeciso.
Mas...
Eu ia estar mais satisfeito e feliz se tivesse feito a prova da ETEC.
E talvez mais aliviado.
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04:46
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quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Sobre o último fim de semana (10,11/11/2007) - Parte Três: Prova Frustrada e Distração (Domingo)
Mas que diabos.
Estudei durante umas duas semanas.
Me preparei psicológicamente durante uns dois dias.
Pra quê?
Para prestar a prova da ETEC.
Eu almejava ingressar em um curso técnico de técnico em museu na ETE Parque da Juventude, em Santana.
Uma vaga perfeita.
Uma baba de prova.
Demanda de 4,3 alunos por vaga.
O único curso que eu julgara interessante e totalmente acessível para mim.
Estudei durante umas duas semanas.
Me preparei psicológicamente durante uns dois dias.
Pra quê?
Para prestar a prova da ETEC.
Não vou dizer que foi em vão.
Mas o meu objetivo não foi cumprido.
Afinal, eu esqueci o meu maldito RG original.
Por causa disso, não fiz a prova da ETEC.
Afinal, eu podia estar fraudando o sistema público de ensino.
E, como o sistema público de ensino é uma entidade sagrada inviolável, flexível e extremamente competente, uma fraude implicaria em um escândalo.
Onde já se viu em um país como o Brasil, burlarem as leis!?
Mas não os culpo.
Foi distração minha.
E essa distraçãozinha me atrasará uns seis meses.
Aliás, minha cabeça anda nas nuvens.
Tenho esquecido muito as coisas.
Já tomei chuva, perdi um disquete com documentos meus (como este) e um cartão telefônico, tudo por causa da minha distração.
O meu guarda-chuva voltou, mas foi porque eu o esqueci na escola.
Já os outros itens, não foram devolvidos: pararam onde param todas as coisas que são esquecidas, em orelhões ou lan houses, somem (no bolso do além).
Da próxima vez, os trinta e poucos reais que eu gastei tentando cursar técnico em museu, valerão a pena, eu acredito.
Estudei durante umas duas semanas.
Me preparei psicológicamente durante uns dois dias.
Pra quê?
Para prestar a prova da ETEC.
Eu almejava ingressar em um curso técnico de técnico em museu na ETE Parque da Juventude, em Santana.
Uma vaga perfeita.
Uma baba de prova.
Demanda de 4,3 alunos por vaga.
O único curso que eu julgara interessante e totalmente acessível para mim.
Estudei durante umas duas semanas.
Me preparei psicológicamente durante uns dois dias.
Pra quê?
Para prestar a prova da ETEC.
Não vou dizer que foi em vão.
Mas o meu objetivo não foi cumprido.
Afinal, eu esqueci o meu maldito RG original.
Por causa disso, não fiz a prova da ETEC.
Afinal, eu podia estar fraudando o sistema público de ensino.
E, como o sistema público de ensino é uma entidade sagrada inviolável, flexível e extremamente competente, uma fraude implicaria em um escândalo.
Onde já se viu em um país como o Brasil, burlarem as leis!?
Mas não os culpo.
Foi distração minha.
E essa distraçãozinha me atrasará uns seis meses.
Aliás, minha cabeça anda nas nuvens.
Tenho esquecido muito as coisas.
Já tomei chuva, perdi um disquete com documentos meus (como este) e um cartão telefônico, tudo por causa da minha distração.
O meu guarda-chuva voltou, mas foi porque eu o esqueci na escola.
Já os outros itens, não foram devolvidos: pararam onde param todas as coisas que são esquecidas, em orelhões ou lan houses, somem (no bolso do além).
Da próxima vez, os trinta e poucos reais que eu gastei tentando cursar técnico em museu, valerão a pena, eu acredito.
É verdade que o autor deste ultrage foi
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04:46
3 comentários:
Sobre o último fim de semana (10,11/11/2007) - Parte Dois: Gincana Cultural no Tales de Mileto (Sábado)
No mesmo dia da exposição, teve uma gincana na minha escola.
Minha classe (primeiro ano do ensino médio) ficou em segundo lugar, perdendo por apenas dois pontos para o terceiro ano do ensino médio.
Minha vitrola azul foi considerada a mais antiga.
Meu disco de 1954 não foi o mais antigo.
A peça, um lixo de peça, foi considerada a mais original.
Minha sala foi a que conseguiu responder melhor às questões propostas pelos professores na gincana (mais uma vez, o elenco das perguntas e respostas era Pedro, Dani e eu).
A nossa sósia, Ingrid, que estava vestida de Marilyn Monroe, foi a melhor mas, já que a platéia do ridículo Falcão do terceiro ano do ensino médio foi mais barulhenta, nós perdemos.
Enfim, essa gincana foi melhor do que a Feira Cultural do ano passado.
Minha classe (primeiro ano do ensino médio) ficou em segundo lugar, perdendo por apenas dois pontos para o terceiro ano do ensino médio.
Minha vitrola azul foi considerada a mais antiga.
Meu disco de 1954 não foi o mais antigo.
A peça, um lixo de peça, foi considerada a mais original.
Minha sala foi a que conseguiu responder melhor às questões propostas pelos professores na gincana (mais uma vez, o elenco das perguntas e respostas era Pedro, Dani e eu).
A nossa sósia, Ingrid, que estava vestida de Marilyn Monroe, foi a melhor mas, já que a platéia do ridículo Falcão do terceiro ano do ensino médio foi mais barulhenta, nós perdemos.
Enfim, essa gincana foi melhor do que a Feira Cultural do ano passado.
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04:44
Um comentário:
Sobre o último fim de semana (10,11/11/2007) - Parte Um: Yoko Ono e Hipocrisia Beatlemaníaca (Sábado)
Alguns correm atrás do ônibus, outros atrás das Casas Bahia.
Eu corri atrás da Yoko Ono.
No último sábado, foi aberta no Centro Cultural Banco do Brasil, uma exposição com algumas das melhores obras dessa que pode ser considerada uma das mais injustiçadas artistas plásticas contemporânea.
Talvez vocês não saibam, mas a função de Yoko Ono não era, simplesmente, aumentar a popularidade de John Lennon, nem de acabar com os Beatles. Aliás, talvez seja importante citar que John quis conhecer melhor Yoko depois de sair de uma exposição fascinado com uma obra dela. Trata-se de uma obra que, por acado, está na exposição-retrospectiva no CCBB e consiste em uma escada, uma lupa e um quadro branco e médio no alto com os mínimos dizeres YES.
Mas sábado foi um dia especial. A Yoko estava lá. Pude vê-la, embora por pouco tempo, tamanha multidão envoltava-a. Sem dizer uma palavra e, mesmo assim, irradiando simpatia, fazia o símbolo da paz (aquele V ) enquanto era fotografada.
Pena que eu estava atrás e acima dela.
E, embora eu não tenha conseguido foto alguma e minha tia e minha mãe, presentes na exposição comigo, tenham criticado o trabalho dela (santa incompreensão), julgo que a exposição, pelo menos para mim, valera a pena.
Mas se houve algo que me deu raiva naquela abertura de exposição, foi a quantidade de jovens com suas roupas de Beatles ali presente. Muita hipocrisia é a deles. A maioria dos atuais beatlemaníacos atribuem o fim dos Beatles à Yoko Ono e, quando esta vem pro Brasil, são eles quem preenchem o espaço cultural do Banco do Brasil, com o único intuito de furtar da Yoko um maldito autógrafo.
E depois riem da exposição.
Eu corri atrás da Yoko Ono.
No último sábado, foi aberta no Centro Cultural Banco do Brasil, uma exposição com algumas das melhores obras dessa que pode ser considerada uma das mais injustiçadas artistas plásticas contemporânea.
Talvez vocês não saibam, mas a função de Yoko Ono não era, simplesmente, aumentar a popularidade de John Lennon, nem de acabar com os Beatles. Aliás, talvez seja importante citar que John quis conhecer melhor Yoko depois de sair de uma exposição fascinado com uma obra dela. Trata-se de uma obra que, por acado, está na exposição-retrospectiva no CCBB e consiste em uma escada, uma lupa e um quadro branco e médio no alto com os mínimos dizeres YES.
Mas sábado foi um dia especial. A Yoko estava lá. Pude vê-la, embora por pouco tempo, tamanha multidão envoltava-a. Sem dizer uma palavra e, mesmo assim, irradiando simpatia, fazia o símbolo da paz (aquele V ) enquanto era fotografada.
Pena que eu estava atrás e acima dela.
E, embora eu não tenha conseguido foto alguma e minha tia e minha mãe, presentes na exposição comigo, tenham criticado o trabalho dela (santa incompreensão), julgo que a exposição, pelo menos para mim, valera a pena.
Mas se houve algo que me deu raiva naquela abertura de exposição, foi a quantidade de jovens com suas roupas de Beatles ali presente. Muita hipocrisia é a deles. A maioria dos atuais beatlemaníacos atribuem o fim dos Beatles à Yoko Ono e, quando esta vem pro Brasil, são eles quem preenchem o espaço cultural do Banco do Brasil, com o único intuito de furtar da Yoko um maldito autógrafo.
E depois riem da exposição.
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04:28
2 comentários:
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
A Última Coca-Cola.
Muita gente triste.
Famílias de luto.
Empresas falindo.
Redes de fast-food em pânico.
Laboratórios a mil.
Uma tristeza calada.
Que se há de fazer?
Depois de aberta a que seria a última garrafa da família, todos se servem.
Pela primeira vez, um espera o outro.
E com os minutos passando, aquilo torna-se mais do que uma janta comum.
Os componentes da família aprendem, finalmente, a apreciar a bebida.
E se dão conta do quão viciados eram.
Todos estão chorando.
Choram mais.
O último gole é o mais silencioso.
Uma garota soluça.
O que há além disso, é um silêncio solidário e altamente compreensivo.
E depois, há o consenso de que poderiam todos morrer a partir daquele momento, tamanho o grau de reflexão e experiência que aquela família adquirira durante a última Coca-Cola.
Mas, o sonho ainda não tinha acabado.
O garoto foi até a primeiro bar que encontrou e pediu um Dolly Guaraná.
Famílias de luto.
Empresas falindo.
Redes de fast-food em pânico.
Laboratórios a mil.
Uma tristeza calada.
Que se há de fazer?
Depois de aberta a que seria a última garrafa da família, todos se servem.
Pela primeira vez, um espera o outro.
E com os minutos passando, aquilo torna-se mais do que uma janta comum.
Os componentes da família aprendem, finalmente, a apreciar a bebida.
E se dão conta do quão viciados eram.
Todos estão chorando.
Choram mais.
O último gole é o mais silencioso.
Uma garota soluça.
O que há além disso, é um silêncio solidário e altamente compreensivo.
E depois, há o consenso de que poderiam todos morrer a partir daquele momento, tamanho o grau de reflexão e experiência que aquela família adquirira durante a última Coca-Cola.
Mas, o sonho ainda não tinha acabado.
O garoto foi até a primeiro bar que encontrou e pediu um Dolly Guaraná.
É verdade que o autor deste ultrage foi
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12:32
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