Nada de relatividade.
Nada de anti-tédio.
Estamos na era da falta de imaginação.
Na era do gozar vazio.
O gozar vadio, o gozar no rio.
(espaço para poesia concretina)
POESIA CONCRETINA
QUÃO CRETINA ÉS?
(gostaria que os dois versos supracitados fossem de minha autoria)
Simulacro, fleumático, e palavras que ninguém entende.
Só eu, e a minha boca recém-encerada, magnificamente desvirginada ao pôr do nada.
Ao pôr do nada.
Uma bactéria congênita, hospedada no fundo das minhas entranhas, esperando a hora certa para explodir, causando um Big Bang, flores e chumbo.
Sou eu durante essas horas de angústia existencial, e que bela angústia.
Angústia do reconhecimento.
Angústia do conhecer-me como ser normal que me sou.
Vestido, maltrapilho ou maltratado, allegro ma non troppo, vivo e morto de pseudo-anti-reacionarismo-de-adolescente-passando-por-fase-de-afirmação.
VAMOS AO PSICANALISTA!!
E as pessoas da sala de jantar?
São sempre as mesmas, esperando o dia em que irão pro (fim do -- findo) céu.
Eu já estou nas nuvens e só uma bela pancada me tiraria daqui.
Não existe poder, sou igual a você e utopias à parte, o que me parte é esse raio de nada-singelo, esse raio de nada-terrível, esse raio de quase-nada-vulgar.
Pervertor, distorcedor, subvertor.
Oh! Lua linda
Não fique nua
Teu brilho finda
No fim da rua.
Sou humano, e sei de mim.
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5 comentários:
Hello Nietzsche!
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Pois é meu amigo, já fui assaltado 1 vez no metrô Tatuapé isso por que o cara estava realmente armado, mas após o ocorrido não deixei de me questionar, será que a arma era de verdade. Bom tentativas de assalto perdi a conta, principalmente de sábado a noite, não sei se ainda tem o "Projeto Radial", mas na época em que morei ai esse local atraia muito marginal. Pra finalizar e não menos importante a velha praça Silvio Romero, apesar do posto policial a malandragem fazia a festa nos arredores.
Abs.
A malandragem e a marginalidade enchem o saco de cidadãos de bem como os senhores
Por isso que eu voto Maluf.
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