segunda-feira, 8 de junho de 2015

Voice note sem medo de errar 9.6.2015 1h12

Então, 1h12 enviei a seguinte voice note, que teve 2'40'':

É... Hã! Posso estar livre na sexta e no sábado, mas... Eu só gostaria de lembrar a você que em breve o, a mostra New Queer Cinema vai rodar, que nós moramos na mesma cidade e que o acesso um ao outro é muito facilitado, que você mora bem próximo à região da Paulista, e que você não é obrigado a ficar comigo muito tempo [arroto] e na verdade o cinema é um pretexto para um encontro que pode acontecer inclusive sem cinema, e de maneira bem menos duradoura e que pra mim - que só vivo pra pesquisa e pra estudo -, eu tenho cem por cento de tempo flexível (cem por cento do tempo não, oitenta por cento do meu tempo é flexível) - e você vai aprender que rolê durante semana pode ser algo programado estrategicamente e não uma infração a um tabu. Mas, contudo, todas essas ressalvas servem para dizer o seguinte: sexta e sábado, bem como quinta à noite [leve "também"] são dias possíveis, mas o meu convite pra você amanhã, é sobre ousar. [hiato de alguns segundos] Ou melhor, errar! É um verbo mais preciso. Esse termo que é usado desse jeito em português - é... acho que o português é a única língua que usa esse termo desse jeito - é muito bonito. Errar... Ãm... Porque ele tem dois significados que tão bem próximos, embora eles, ãm, descrevam coisas dessemelhantes, aparentemente: errar é caminhar, e errar também é "desacertar", né? (entre aspas). Cof! Então, como diria um grande filme pernambucano que eu gosto muito, estou livre sexta e sábado, mas meu convite para terça à noite, é pelo direito de errar!

Resposta em texto:
Tão bonito que vou ouvir de novo << 1h43
Serio mesmo hauahau << 1h43

Eu, pagando de gostosão:
À vtd << 1h43

Resumo da farsa? Ele achou bonito, mas o fora pereneou.

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