Você deve estar xxxxx. Você nunca vai perder xxxx xxxxxx, nem que xxxxx uma xxxxxxx xxxxx nessa xxxxx xxxxxxx. Nem que a xxxxxx do samurai te xxxxx como um xxxxxxx xxxxxxxxx.
Você certamente tem que suportar aquela vida xxxxxxxx inócua. Quando o xxxxx do seu xxxxxxxx faz qualquer comentário engraçadinho, e sua risada ecoa, você tem que rir junto, mas só sai um sorriso forçado.
- Nem uma palavra! Nem. Uma. Palavra., ele lhe diz.
- Eu não tinha nada pra falar!, você responde um tanto sem fôlego. Não aguenta mais essas interpelações. O desgaste chegou, mas não admite.
Se tudo der certo, alguém do seu círculo social não vai pular fora este ano. O último que desistiu do seu xxxxxxxx nunca mais disse uma palavra.
Se eu te encontrar, vamos xxxxx um xx xxxxx. Você nunca mais vai voltar a xx xxxxxxx palavra. Não vão deixar. Nem você deixa. Xxxx xx exime da responsabilidade de pensar no que fazer caso isso aconteça. xx xx chance de pensar em coisas outras, mais importantes.
Alguém que não frequenta mais esta cidade sugeriu, quando aqui, que deve ter sido difícil pra xxxx superar uma xxxxxx não xxxxxxxxxxxxx. Você e x xxx xxxxxxxx, sobre mim. Eu me ri, senti um afago no peito. Sei que é mentira. Às vezes é bom mentir.
Sempre senti um orgulho secreto de você. Tua garra. Mas jamais pensei que o potencial bunda-mole que você tinha se cumprisse de maneira tão estrita.
Qual fruta atirada na parede, o roxo de você nesse pescoço jurássico, hoje pinta-estrela-guia na memória da minha nuca, nuca, nunc...
Eco.
Uma estalactite na memória. Um dia a avalanche ressoa, ela cai. No embate, o guerreiro, ainda que seus pés estejam rijos no solo, sucumbe à técnica. Vê-se em câmera lenta, cedendo mãos da silhueta dúbia, o bastão de bambu, destroçado, flutuando no ar.
A lágrima salta. O filme acaba quando, vacilando, a ponta do joelho da dama do kendô, enfim, macula o tatame.

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